
Após, “quase” 21 dias de muita procrastinação, enrola e mais outros sinônimos que transpareçam, este pequeno detalhe, deste pseudo-redator que insiste em escrever e descrever a realidade desta banda catrumana (palavra emprestada por blog vizinho) que é o que há de melhor em tecnologia musical norte mineira.
Bem, deixemos o primeiro parágrafo prolixo e introdutório de lado, e vamos falar ao que realmente interessa no post de hoje, que é o “Grito rock América do Sul-Edição Divinópolis” onde o Ruído Jack foi se aventurar e mostrar o seu Pequi Rock pela região centro oeste mineira.
Partindo de Montes claros pela manhã de uma quinta feira (05/03) ensolarada, Rafael Dinnez e Césanegaum e Nana (pseudo-groupie do Ruído), seguem em direção da capital mineira, onde chegam por volta das 15:40, no QG do Ruído Jack em beagá. Alexandre fudaum já se encontrava em béuzonte, para assuntos empresariais e empreendoristicos. Mariana Morena esperou o anoitecer para então “dar as caras” na capital e reunir-se com o Ruído Jack. Depois de uma breve chapação na quinta feira, toda a banda é tomada pelos braços de morpheu, para que no dia seguinte, façam uma viajem tranqüila para Divinópolis.
Pela manha (meio dia e meio), o Ruído segue o rumo para Divinópolis, e desta vez(dentre “as tantas” viagens que o Ruído Jack já fez), aconteceu algo histórico para a banda( que soprem as cornetas e rufem os tambores e caixas claras): o Ruído Jack pagou o seu primeiro pedágio em uma estrada privatizada, e nós temos fotos, imagens e recibos para comprovar. Bem deixemos este breve euforismo de lado, para comentarmos em futuros vídeos.
Por volta das 14:30, o Ruído Jack chega em Divinópolis e procura o Teatro Usina Gravatá, onde iria acontecer o Grito Rock Divinópolis. Sem muita demora, a banda encontra o teatro e fica bestificado com a estrutura e organização social (piada interna) do lugar e das fotografias que poderiam ser tiradas.
Depois de uma breve passagem de som, e de banhos demorados em camarins organizados socialmente, inicia-se o Grito Rock, e o Ruído Jack tem a honra de abrir esta primeira edição. Com um público pequeno, porém atencioso, o Ruído, conseguiu aplausos e canções “forçosamente” ensinadas pelo vocalista, que timidamente soube entreter o público. Terminado o show, a banda dirige-se ao camarim totalmente abastecido de guloseimas e organizado socialmente pela organização (social) organizada da organização (sim, isto foi sem graça).

O Ruído agradece ao coletivo anti-herói pelo convite feito e esperamos voltar novamente para tocar em lugar tão esplendido e aplicar mais Pequi Rock no centro oeste mineiro. Valeu e até o próximo post galera...